Para alguns casais, a escolha do nome do filho é um processo natural, por vezes, muito anterior à gravidez em si. Tal como eu e o meu marido, muitos pais já sabem que nome querem dar aos seus futuros filhos desde muito antes da sua conceção. Para outros casais, a escolha do nome pode ser mais difícil e muitas vezes origina inclusive alguns pequenos atritos acabando por se tornar numa tarefa extenuante e muitas vezes adiada até ao limite.
O que nunca nos podemos esquecer, é que o nome que escolhermos para o nosso filho irá acompanhá-lo (à partida) para o resto da sua vida (mais um motivo para se ter cuidado com os chamados nomes da moda, os nomes estrangeiros ou nomes inspirados em filmes/novelas/músicas, etc. que não dirão nada aos vossos filhos mais tarde...)
Assim, é importante que o casal crie uma espécie de guião a adotar para a escolha do nome. Deverão decidir as regras a usar: a família pode participar na decisão?, criar-se-á uma lista de nomes?, o nome será escolhido antes do parto?, o nome será escolhido depois de se ver a cara da criança?, O nome soa bem?, o nome fica bem com o sobrenome?, Importa saber o significado do nome? ....
Não havendo uma fórmula perfeita para a escolha do nome, deverá ser do papá e da mamã a última palavra, o acordo final.
Cá em casa, eu e o Spínola já sabíamos que se tivessemos uma menina seria a Beatriz. Para o nome da menina não houve hesitação de nenhuma das partes... É o meu segundo nome, um nome que adoro e pelo qual não sou tratada e tanto eu como o meu marido gostamos imenso do mesmo. Para menino, as coisas foram diferentes... Eu gostava de Bernardo (ele achava que era raça de cão!) e ele gostava de Alexandre (que eu, sem nenhuma razão em particular, não gosto nada!). Depois decidiu-se, que se fosse menino seria Rodrigo porque foi o nome que naturalmente nos veio à cabeça depois de eliminarmos os primeiros... Era menino. Vinha um Rodrigo!
Um nome? Dois nomes? Foi a dúvida seguinte... Eu queria João Rodrigo, o pai queria só Rodrigo... Ficou Rodrigo Miguel (sugestão da avó materna) para ser mais facilmente distinguido na escola se houvesse mais que um Rodrigo nas sala...
O nosso segundo filho facilitou-nos muito a tarefa... Se fosse menina seria, obviamente, Beatriz. Se fosse menino seria Guilherme ou Henrique e seria o Rodrigo a decidir entre os dois nomes... Queríamos que tivesse uma participação ativa!
A ecografia confirmou mais um pilinhas, o Rodrigo escolheu o nome do mano- Guilherme, e nós acrescentámos o João. O João Guilherme fecha a fábrica de bebés dos papás e acaba-se com a escolha dos nomes, ficando sempre num cantinho do coração o nome Beatriz que não foi dado... Quem sabe para uma sobrinha?
Como podem ver, no nosso caso até não foi complicado... E no vosso como foi?
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