E se em vez de resolver problemas, os evitássemos?

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Saiu, a 21 de fevereiro de 2020, nos meio de comunicação, a notícia da expulsão de um aluno com 18 anos de uma das nossas escolas da Região, a Madeira, por agressão a um docente. Um aluno reincidente, com várias tentativas infrutíferas de integração na comunidade educativa. Após 10 dias de suspensão e queixa policial, o aluno é expulso. Este é apenas mais um numa larga centena de casos de agressão a professores reportados por todo o país. Quase 3 dezenas só este ano! Ainda durante este mês, foi agredido a soco e pontapé por um utente, num centro de saúde do nosso país, um médico por opor-se a renovar uma baixa médica, atendendo à existência de informações incoerentes na ficha do doente, aliás, detetadas anteriormente por um outro colega que também não terá renovado a baixa. Um caso, entre dezenas de casos que acontecem a profissionais do nosso sistema de saúde, principalmente público! No passado domingo, um agente da PSP foi agredido também a soco e pontapé, além de atacado co...

Porque nesta empresa têxtil "estar de esperanças" não é motivo de despedimento...

Numa altura em que a gravidez, o parto, a amamentação e tantos outros aspetos ligados à mulher e à maternidade são assunto frequente nas redes sociais e nos media, e quando há mulheres que se ridicularizam ao tentar ridicularizar aquelas que como eu amamentaram e usufruíram das suas licenças de maternidade, é de louvar iniciativas como estas. Esta empresa é um verdadeiro exemplo de que o capitalismo e a maternidade não tem de seguir caminhos opostos... O nosso governo deveria deixar-se influenciar por estas medidas, que vinda de entidades particulares, são um verdadeiro incentivo à produtividade, à natalidade e à justa emancipação da mulher...

Vejam o exemplo desta empresa têxtil sediada em Viseu, a "Goucam", que incentiva as suas funcionárias a engravidar. Para a empresa, a gravidez não é motivo de despedimento, e as novas mães e pais recebem como prémio, um ordenado mínimo nacional, que lhes é entregue no dia do nascimento para criança.

Podem ver a reportagem na totalidade aqui!!

Comentários

me disse…
Acredito que essa empresa do sector privado seja apenas uma em milhões em Portugal. Infelizmente, no sector privado tudo é possível. Já no público as leis são iguais para todos os funcionários. No privado depende do patrão ou da chefia que se tem. Quantas vezes em entrevistas de trabalho perguntaram-me se pensava ter filhos..Ou se estava nos meus planos. Mas essa empresa é sem dúvida um exemplo digno de ser elogiado.

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