E se em vez de resolver problemas, os evitássemos?

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Saiu, a 21 de fevereiro de 2020, nos meio de comunicação, a notícia da expulsão de um aluno com 18 anos de uma das nossas escolas da Região, a Madeira, por agressão a um docente. Um aluno reincidente, com várias tentativas infrutíferas de integração na comunidade educativa. Após 10 dias de suspensão e queixa policial, o aluno é expulso. Este é apenas mais um numa larga centena de casos de agressão a professores reportados por todo o país. Quase 3 dezenas só este ano! Ainda durante este mês, foi agredido a soco e pontapé por um utente, num centro de saúde do nosso país, um médico por opor-se a renovar uma baixa médica, atendendo à existência de informações incoerentes na ficha do doente, aliás, detetadas anteriormente por um outro colega que também não terá renovado a baixa. Um caso, entre dezenas de casos que acontecem a profissionais do nosso sistema de saúde, principalmente público! No passado domingo, um agente da PSP foi agredido também a soco e pontapé, além de atacado co...

A chegada do Guilherme a casa

A chegada a casa foi pacífica! Não vos consigo sequer explicar o alívio que senti por estar fora daquele ambiente hospitalar! Sim, irmos lá ter os nossos filhotes é bom, sim, mas estarmos lá 5 dias, naquele corre-corre de enfermeiros a entrar e sair o dia inteiro do quarto, e olha aqui, e mexe ali, e toma isto, e toma aquilo...

Ainda por cima, como o Guilherme nasceu grande, foi picado várias vezes no pezinho para que se lhe medissem os níveis de glicose. Escusado será dizer que assim que o despiam, o pobrezinho começava a chorar pois já sabia ao que vinham!

Chegado a casa, comidinha feita, quartos limpos e arrumados de fresco, paz, sossego e silêncio (pelo menos até ao mano chegar), que melhor!? 

O melhor de tudo isto? Poder estar com o mais velho, dar-lhe mimos e abraços, sem restrição de horário de visitas e regras hospitalares; ter o papá a apaparicar-nos dia e noite; poder tomar banho numa casa de banho MINHA, sem ter medo de apanhar algum fungo nos pés (apesar dos chinelos), secar o cabelo com o secador, usar o robe de banho durante o tempo que eu quiser... enfim, comodidades, coisas triviais que no hospital eram um luxo!

O Guilherme adaptou-se bem à sua caminha, ao quarto e ao barulho do mano (que remédio!).



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