E se em vez de resolver problemas, os evitássemos?

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Saiu, a 21 de fevereiro de 2020, nos meio de comunicação, a notícia da expulsão de um aluno com 18 anos de uma das nossas escolas da Região, a Madeira, por agressão a um docente. Um aluno reincidente, com várias tentativas infrutíferas de integração na comunidade educativa. Após 10 dias de suspensão e queixa policial, o aluno é expulso. Este é apenas mais um numa larga centena de casos de agressão a professores reportados por todo o país. Quase 3 dezenas só este ano! Ainda durante este mês, foi agredido a soco e pontapé por um utente, num centro de saúde do nosso país, um médico por opor-se a renovar uma baixa médica, atendendo à existência de informações incoerentes na ficha do doente, aliás, detetadas anteriormente por um outro colega que também não terá renovado a baixa. Um caso, entre dezenas de casos que acontecem a profissionais do nosso sistema de saúde, principalmente público! No passado domingo, um agente da PSP foi agredido também a soco e pontapé, além de atacado co...

Foi só um (ENORME) susto...

O meu coração de mãe parou...
Na consulta de rotinas dos 24 meses, e quando tudo parecia estar bem, eis que o Médico me recomenda marcar uma consulta com um Neuropediatra... o pediatra não acha normal o Rodrigo continuar a andar em pontas dos pés aos 2 anos... Disse que queria fazer o despiste de "paralisia cerebral"... Imaginem o meu pânico....
Aquele bebé perfeito, lindo, super inteligente, meu... Como seria possível?? Durante duas semanas andei com o coração nas mãos... Isto de haver só um Neuropediatra na Madeira dificulta a marcação de consultas...
Quando o Neuropediatra me ouviu, meteu-o logo em cima da marquesa e começou a fazer-lhe uma data de movimentos nas pernas e nos pés... Virou-se para mim e disse-me: "Paralisia Cerebral zero! Não tem nada a ver!"
O Rodrigo tem o péssimo hábito de se meter em pontas dos pés especialmente quando está entusiasmado ... o médico diz que é "uma variante do normal" que é uma questão de perder o hábito...
Vim logo para casa com a alma mais leve, com o coração desapertado e olhei para o meu filho com a mesma emoção com que o vi pela primeira vez...
Foi só um susto, mas que me marcou definitivamente... Não consigo imaginar a dor daquelas mães que não ouvem as mesmas notícias que eu ouvi...
Ufa...



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